Plasma endodérmico trata rugas e flacidez facial

Apesar do avanço da tecnologia com lasers e ultrassons cada vez mais potentes, essas tecnologias possuem uma limitação com relação às rugas profundas, exigindo tratamentos associados e, no geral, muitas sessões. Mas a nova tecnologia Surgical Derm, da plataforma Solon, enfrenta esse problema de maneira menos invasiva, com um sistema de plasma endodérmico de baixa temperatura que permite o tratamento das rugas em poucas sessões. “Na grande maioria das vezes, uma sessão é suficiente, mas dependendo da profundidade e quantidade de rugas podemos fazer até três sessões a cada dois meses. Esse procedimento traz grande resultado em rugas profundas ao redor da boca e no pescoço”, explica o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr.

De acordo com o dermatologista, Surgical Derm é um plasma endodérmico de baixa temperatura, que trabalha entre 40 e 45º, bem diferente do perfil de todos outros equipamentos que contam com a tecnologia no mercado. “Ele é um plasma que faz a sublimação (passagem direta de uma substância do estado sólido para o estado gasoso) da pele. Ele não carboniza. Isso que é o grande diferencial. Existem outros plasmas, usados por esteticistas, que carbonizam, furam e queimam a pele. O Surgical Derm é um plasma frio que entra na pele com um orifício muito fino e se espalha na derme”, afirma o médico. Com isso, há uma grande contração da pele, que reduz de forma eficaz a flacidez e rugas com resultado percebido já na primeira sessão. “Em apenas uma sessão, o resultado é muito melhor do que em quatro sessões do laser de CO2, que é mais utilizado para esse tipo de problema”, diz o Dr. Abdo. Além das rugas, Surgical Derm ainda tem a vantagem de melhorar a textura, contrair o colágeno, melhorar o brilho e a aparência da pele da região tratada.

São três os mecanismos de ação que garantem a eficácia de Surgical Derm: coagulação, dissecção e fulguração. “A coagulação ocorre por desnaturação das proteínas da derme com consequente contração das fibras elásticas; na dissecção, o fluído intercelular é aquecido levando à evaporação de água e causando um dano que estimulará o processo de cicatrização; e a fulguração tem relação com a geração de uma pequena faísca elétrica que induz à renovação celular e à produção de novo colágeno”, explica o médico. A tecnologia foi especialmente desenvolvida para suprir uma carência onde os lasers têm ação limitada, ou seja, é recomendado para os pacientes que tem sobra de pele com pálpebras caídas e rugas profundas.

O tratamento, que dura em média 20 minutos, é feito após aplicação do creme anestésico para diminuir o nível de dor. Em média, são realizadas de uma a três sessões do Surgical Derm para o problema, dependendo da profundidade das rugas de pele do paciente. “Se tiver que fazer mais de uma sessão, o intervalo entre elas é de dois meses”, afirma o Dr. Abdo. O procedimento é contraindicado em pacientes com vitiligo, infecção e herpes na área a ser tratada.



WordPress Video Lightbox