Pesquisa: satisfação com a aparência pessoal

shutterstock_180238037Saber o quanto as pessoas do mundo inteiro estão satisfeitas com a própria aparência física foi o objetivo de uma pesquisa global recentemente realizada pela GfK com 27 mil consumidores maiores de 15 anos em 22 países. Os resultados revelam que mais da metade dos entrevistados (55%) estão satisfeitos, mas apenas 1 em cada 10 (12%) declarou estar totalmente satisfeito com sua aparência. Apenas 16% afirmam ter alguma insatisfação relacionada à aparência, porcentagem que inclui 3% que afirmam não estar nem um pouco satisfeitos.

De bem com o espelho
A satisfação total com a aparência é mais intensamente presente na América Latina do que nos demais continentes. México, Brasil e Argentina aparecem entre os cinco primeiros países em porcentagem de pessoas satisfeitas. Quando ampliamos esse número para incluir aqueles que afirmam que estão razoavelmente satisfeitos, e também os que estão totalmente satisfeitos, o México fica em primeiro lugar, com 74%, seguido de perto pela Turquia, com 71%%. Em seguida estão os brasileiros e ucranianos, com 65% cada, e os espanhóis, alemães e argentinos com 62 por cento. Os japoneses são os mais críticos em relação à própria aparência: 38% declara não estar muito, ou nem um pouco satisfeitos. Em seguida aparecem os britânicos, com 20%. Com 19% cada, estão os russos, sul-coreanos, suecos e australianos.

“As informações são estratégicas para os negócios nos setores de moda, beleza e higiene pessoal”, afirma a diretora de Market Opportunities & Innovation da GfK, Eliana Lemos, “Elas sinalizam como a mensagem das marcas pode ser aprimorada para repercutir mais intensamente em mercados, ou targets específicos. Em países como Japão, Reino Unido e Rússia, um número significativo de pessoas responderá ao marketing com base na ideia de “melhore ou mude sua aparência”, enquanto os consumidores do México e da Turquia estarão mais sensíveis a propostas como “aprimore e mantenha sua aparência”, observa a executiva.
Autocrítica adolescente
Embora exista a tendência de que os adolescentes tenham mais autocrítica sobre sua aparência, ela é menos forte do que parece. O sentimento de leve insatisfação é um pouco maior do que nas demais faixas etárias. No geral, 16% dos jovens entre 15 e 19 anos se consideram “não muito satisfeitos” com sua aparência, comparado com 12% a 13% das pessoas na faixa de 20 a 59 anos. A diferença desaparece quase completamente em relação às pessoas que afirmam estar nem um pouco satisfeitas com sua aparência. Aqui, a porcentagem fica em 3% ou 4% para todas as faixas etárias. No geral, as pessoas acima de 60 anos são menos críticas, e apenas 9% não estão pouco satisfeitas com sua aparência, e 3% não estão nem um pouco satisfeitas.

Homens e mulheres quase empatados
A comparação entre as respostas de homens e mulheres também mostra novidades em relação à crença de que as mulheres são mais críticas do que os homens em relação à sua aparência. A porcentagem de pessoas satisfeitas com a aparência é igual entre os dois sexos: 43% afirmam estar razoavelmente satisfeitos e 12% estão totalmente satisfeitos. No entanto, os homens tendem a ser mais neutros do que as mulheres (31% versus 27%). Em relação à insatisfação com a aparência, as mulheres superam os homens por poucos pontos percentuais: 14% não estão muito satisfeitas, comparado com 11% entre os homens, e 4% não estão nem um pouco satisfeitas, contra 3% entre os homens. No Brasil, as diferenças entre os gêneros são mais acentuadas, conforme ilustra o a figura abaixo.

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