O bê-á-bá dos antioxidantes

Muito se fala de ativos capazes de combater os radicais livres, moléculas produzidas pelo nosso próprio organismo e que, em excesso, são capazes de desencadear diversos males, incluindo o envelhecimento cutâneo. Presente em vários rótulos de formulações orais e tópicas, os antioxidantes se tornaram os queridinhos da indústria cosmética. Entenda por que razão eles são tão importantes.

shutterstock_117711892O que são ativos antioxidantes?
“São substâncias que neutralizam radicais livres em excesso, moléculas que apresentam carga positiva ou negativa dependendo da quantidade de elétrons que temos no nosso próprio corpo, e que oxidam outras substâncias importantes para o organismo”, responde Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da empresa Biotec Dermocosméticos.

Como se dá essa ação?
Nosso organismo tem um sistema antioxidante endógeno, quer dizer, ele mesmo se encarrega de combater os efeitos nocivos dos radicais livres. No entanto, por um processo metabólico, nosso corpo produz mais radicais livres quando exposto aos raios UVA, UVB, à luz visível e ao infravermelho (IRA). Nesse caso, nossa defesa natural não dá conta do recado, sendo necessário o uso de formulações tópicas e orais, bem como um incremento na dieta alimentar ou uma suplementação nutricional. “Quando falamos de radicais livres formados pelo IRA, falamos de uma ação que acontece nas camadas mais profundas da pele, sendo necessário, então, que o antioxidante consiga chegar nestes locais. Para tanto, ele precisa ter boa permeação e biodisponibilidade, como o OTZ 10, que é uma oxitiazolidina capaz de chegar às camadas mais profundas da pele e neutralizar a formação de radicais livres das diversas espécies”, explica a profissional.

Quais são os mais eficientes?
Os clássicos são as vitaminas C e E. “Hoje, no entanto, temos antioxidantes inteligentes e com permeação e estabilidade maior. E há um ponto importante nos novos ativos – quando eles neutralizam os radicais livres geram um produto neutro, que pode ser naturalmente eliminado pelo organismo, processo que nem sempre acontece com o uso de vitaminas”, defende a farmacêutica.

A partir de que idade é necessário utilizar fórmulas com antioxidantes?
Como estamos expostos constantemente a diversas radiações, desde a infância, é importante utilizarmos produtos compostos de ativos antioxidantes, desde cedo, como filtro solar e hidratante pós-sol.

Esses ativos são preventivos ou curativos?
“Eles podem ter as duas ações. No caso da prevenção, a ação se dá pela neutralização dos radicais livres antes que eles tenham tempo de agir no organismo, evitando, assim, danos à pele e ao organismo como um todo. No caso da cura, quando os danos já foram causados, o antioxidante diminuirá a concentração de radicais livres e a inflamação local, diminuindo os prejuízos”, conta Mika Yamaguchi.

É melhor o uso tópico ou oral?
Nem sempre utilizar apenas um produto tópico é suficiente, sendo necessário complementar o tratamento com um produto de uso oral. “Isso porque envelhecemos sistemicamente e precisamos que o organismo funcione de forma plena para manter o equilíbrio entre produção e degradação de colágeno, por exemplo”, explica Mika.

O que levar em conta na hora da escolha?
Clima – tem forte impacto na escolha do produto, pois tanto no calor quanto no frio é necessário utilizar um sistema antioxidante potente, pois a radiação está presente em ambos os casos, mesmo que de forma distinta. Recomendação de uso – Alistin e OTZ 10 em formulação tópica.
Alimentação – quanto mais alimentos industrializados consumimos, maior a ingestão das concentrações de produtos glicados, que são formas de radicais livres avançadas e que possuem receptores no nosso organismo gerando inflamação e outras espécies de radicais livres. Recomendação de uso – suplementação via oral com mix de antioxidantes como vitamina C, Glycoxil, Bio Arct e Fosfolipídeos de Caviar.
Idade – reflete os cuidados adotados com os dois fatores anteriores, ou seja, quem tem uma boa alimentação e se protege do sol, precisará de uma concentração de antioxidante menor ou o uso apenas de forma preventiva. No caso inverso, há necessidade de uma concentração maior atuando de forma curativa e preventiva. Recomendação de uso – Anti OX Advanced, que combina Ascorbosilane C (antioxidante primário) + Vitamina E (manteiga de karité), que podem ser associados ao Alistin + OTZ 10 + um sistema anti-inflamatório.

O antioxidante deve ser usado em qual período do dia?
O ideal é utilizar tanto durante o dia quanto à noite, mais principalmente durante o dia, pois neste período temos uma geração maior de radicais livres, originária de diversas fontes.

 

 

 

Fonte: Biotec Dermocosméticos – empresa especializada em divulgar ao mercado de farmácias magistrais, área dermatológica e medicina estética, ativos e conceitos nutricosméticos e dermocosméticos inovadores.



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