A psoríase sob controle

Doe615x200-ehow-images-a00-07-fe-treat-psoriasis-800x800nça inflamatória crônica da pele, a psoríase costuma surgir no final da adolescência e início da vida adulta. Como toda afecção cutânea, pode ser influenciada por fatores emocionais
As lesões rosadas ou avermelhadas, espessas e escamosas podem surgir em qualquer região do corpo, embora sejam mais comuns nos joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacral e cotovelos. A doença é de difícil diagnóstico e suas causas não foram totalmente esclarecidas, mas sabe-se que a hereditariedade está presente em cerca de trinta por cento dos casos.
A psoríase pode se manifestar de diferentes maneiras. Os tipos mais comuns são a psoríase em placas ou vulgar, caracterizada por lesões rosadas ou avermelhadas que se manifestam em pequenas áreas. Sobre elas, formam-se escamas acizentadas ou brancas. “Na psoríase gutata formam-se pequenas feridas, como se fossem gotas, nos braços, coxas e tronco. Geralmente, são acompanhadas de processos infecciosos,” detalha a dermatologista paulista Mônica Aribi.
“Pequenos tumores inflamatórios, com presença de pus, identificam a psoríase pustulosa, enquanto a forma ungueal provoca depressões puntiformes ou manchas amareladas nas unhas,” explica a médica.
O tipo invertido causa lesões mais úmidas, discretamente avermelhadas, nas regiões das articulações, como joelhos, cotovelos e axilas. Descamação e espessamento da pele da palma das mãos e do peito dos pés, acompanhados de fissuras, são característicos do tipo palmo-plantar.
“Rara, a artrite psoriática ou psoríase artropática provoca inflamações nas cartilagens e articulações, dor e dificuldade de movimentar as áreas afetadas. Existe, ainda, um tipo mais grave e igualmente raro, a psoríase eritrodérmica. Nesse caso, manchas vermelhas cobrem grandes extensões do corpo,” observa a especialista.
Alimentação pode influir
Antioxidants.A doença pode ser desencadeada ou acentuada por diversos fatores, como inflamações e infecções, uso de betabloqueadores e anti-inflamatórios não hormonais. Traumas químicos ou físicos e cirurgias também influem, assim como fatores emocionais, como depressão, e ainda o hábito de fumar e beber.
A alimentação é outro elemento que deve ser considerado, como explica a Dra. Mônica Arbi. Pimentas, produtos defumados, carne vermelha e cafeína podem somar para o surgimento da psoríase e devem ser evitados por quem já foi diagnosticado, uma vez que prejudicam o tratamento. Por outro lado, dietas que contenham poucas calorias e o consumo de betacaroteno (contido em alimentos como cenoura, abóbora e beterraba) ajudam a prevenir.
A exposição ao sol, desde que em horários apropriados e com filtro solar, pode melhorar as lesões. É importante manter a pele hidratada.
Não existe cura para a doença. “A opção terapêutica depende da gravidade. Podem ser usados medicamentos via oral ou tópicos. No caso da psoríase eritrodérmica, a mais grave, o tratamento é oral,” esclarece a médica.
A dermatologIsta diz que o objetivo dos tratamentos é desacelerar o metabolismo que leva ao crescimento exagerado das camadas superficiais da pele, provocado pela psoríase. Tanto cremes como remédios via oral funcionam do mesmo modo.
Com o acompanhamento médico e o cuidado de evitar fatores que podem levar a uma crise, a doença pode ser mantida sob controle.



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